- Moeda: Dirham (MAD)
- Língua: Árabe e Berbere 
- Capital: Rabat
- Fuso horário: GMT + 01:00


Marraquexe, 19:30h, 29 de Outubro de 2019

Depois de um voo com 1h e pouco de atraso, aterramos finalmente em Marraquexe. Sabem há quanto tempo esperava por esta viagem?! 
Tínhamos o transfer que nos ia levar ao hotel à nossa espera. Tivemos imensa sorte. "Apanhámos" um rapaz que já tinha viajado imenso, vivido 11 anos na Europa e cheio de dicas para nos dar. Primeiro que tudo perguntou-nos se antes de irmos para o hotel queríamos ir ver alguns dos pontos que iríamos visitar nos próximos dias. Claro que sim!
Apesar de já ser de noite deu para perceber o que é Marraquexe: uma cidade que não dorme! 

Onde ficámos: 

Be live Collection Adults Only 

Optámos por um resort pelo simples facto de ter comida mais ocidental (visto que sou super esquisita e estar cheia de medo da comida marroquina) e porque o mundo inteiro nos avisou que Marraquexe era perigoso e que os táxis eram isto e aquilo. Assim sendo, no resort tínhamos um shuttle diário com vários horários que nos deixava no centro e nos ia buscar.  Para não falar da comodidade e conforto. Apesar de que gostaria muito de ter ficado num Riad, são lindos e muito típicos. No entanto, depois de ter estado na Medina dei graças a Deus por não ter lá ficado a dormir. Uma cidade cheia de barulho a todas as horas, cheia de poluição e as ruas onde ficam os Riads são, no mínimo, assustadoras. 



Marraquexe, 9:20h, 30 de Outubro de 2019

Bom Dia, vamos lá apanhar o autocarro que nos leva ao "Le Jardin Majorelle".
Hoje sim, vimos as cores de Marraquexe. A "Cidade Vermelha". Um caos! Tanta gente, tantas motas, um trânsito que não se percebe, 4 pessoas numa mota. Capacetes, para quê?! Semáforos? Não, obrigado! Passadeiras são para os corajosos. O autocarro deixa-nos na paragem mais próxima do jardim. Um grupo de portugueses que vinha no nosso autocarro foi o nosso GPS até lá.
Chegámos! Estava fila mas nada de mais... Pagámos 70 MAD cada um (aproximadamente 6,5€ por pessoa). Este é o preço para visitar apenas o jardim. Optámos por não ir ao museu YSL. Tínhamos mais pontos a visitar que, para nós, eram mais interessantes. Um jardim botânico inspirado nos jardins islâmicos. É incrivel! Cheio de cactos e plantas diferentes. Não é muito grande mas é super bonito. Sente-se uma paz imensa e parece que estamos no meio da natureza. Até nos esquecemos que por de trás daquele muro está uma cidade caótica.

Le Jardin Majorelle











Próxima Paragem: "Le Jardin Secret.
Tinha muita curiosidade em visitar este jardim. Um jardim pequeno mas muito bonito. Uma luz incrível e se subirem à torre têm uma vista privilegiada para a "Old Medina" com as montanhas do Atlas como pano de fundo. O funcionário que lá estava para nos receber, contou-nos a história do jardim, explicou-nos algumas coisas e ainda nos contou umas curiosidades.
O jardim tem espécies de todos os continentes e está divido em duas partes: a parte islâmica (com plantas típicas do país) e a parte exótica (com plantas vindas de todo o mundo). A entrada no jardim com a subida à torre foram cerca de 90 MAD (aproximadamente 8,5€ por pessoa).

Le Jardin Secret





















12:45h, Lunch Time
Estavam 30 graus, estávamos famintos por isso altura perfeita para uma pausa num terraço incrível para almoçar.
Pesquisei muitos sítios e haviam imensos que gostava de visitar. O Atay Café foi o escolhido.
Todo o mundo fala do Nomad e do Café des Épices. Têm óptimas reviews e devem ser óptimos mas o que é certo é que estão sempre super cheios e a probabilidade de conseguires uma boa mesa é quase nula. No Atay Café cheguei e tinha a melhor mesa à minha espera, a vista para a mesquita era nossa!
Aqui, concluí que comemos bem melhor nestes sítios do que no nosso resort! O João pediu uma Tagine de borrego (ele adora borrego e comeu isso todos dias) e eu pedi umas espetadas de frango (mais vale jogar pelo seguro). As batatas fritas tinham um sabor diferente, as azeitonas que servem em todo o lado são muito boas, o frango estava óptimo e o João adorou a Tagine, eu provei mas tinha ameixas e eu não gosto de sabores doces na comida... Agora o sumo de laranja é outra história! É tão mas tão bom! Eu já adoro sumo de laranja natural por si só mas os de Marrocos... São deliciosos! Nem a nossa laranja algarvia é tão doce.
Ah, já me esquecia, aqui cuscus acompanha TUDO!

Atay Café





















Continua...

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