BUDAPEST TRAVEL DIARY

Fevereiro, 2018

Vou reumir tudo num post, pois a chuva, mais uma vez, arruinou um dia então não vale a pena dividir. De qualquer das formas podem ir buscar um chá e umas bolachinhas que isto é capaz de demorar.

4ª feira de manha apanhámos, em Praga, o comboio para Budapeste. Queríamos ir de avião para não desperdiçar um dia só que os preços eram exorbitantes. De comboio demorámos umas 6 horas mas pagámos apenas cerca de 22€ por bilhete.

Chegámos a Budapeste e estava um frio de rachar. Em Praga estava mais frio mas achei que em Budapeste o frio era mais difícil de suportar. Era de noite e estávamos mortos. Fomos jantar e depois descansar. Encontrámos um restaurante de comida tradicional bastante giro numa das avenidas principais e nem pensámos duas vezes.

Ficámos situados no Hotel Mesdoz e não sabia bem o que esperar desta localização. Budapeste era difícil de perceber, uma cidade grande, dividida em duas partes então quando reservei não tinha grande expectativa de onde iríamos parar. No entanto: acertei na "mouche". Estávamos a uns 20 passos (literalmente) da avenida principal da cidade, a avenida Andrassy! Foi perfeito. Esta avenida é aquela onde estão 7364 restaurantes e todas as lojas de estilistas de alta costura. 

Durante a 5ª feira a chuva não deu tréguas, por isso, optámos por querer comprar o pass de dois dias daqueles autocarros que nos levam a conhecer a cidade e foi a melhor opção, visto que tínhamos pouco tempo e um dia já estava a ficar desperdiçado. Budapeste é bem diferente de Praga, a arquitetura, as pessoas, a cidade em si, é muito maior e muito mais cidade. O João é super orientado com mapas e em Budapeste custou a entrar na "cena". 

Neste primeiro dia de Budapeste chuvosa fomos até à Praça dos Heróis, e de seguida fomos ver Citadella no lado Buda (isto foi péssima ideia, aquilo tem uma vista espetacular sobre a cidade mas como chovia imenso, não se viu nada de jeito), depois parámos no mercado municipal, que é gigante e tem malaguetas penduradas por todo o lado e optámos por almoçar por lá. Após o almoço fomos à Opera House mas sem sucesso, apenas se pode visitar o edifício se formos assistir à ópera e isso não estava nos nossos planos. Como estava a chover fomos logo visitar a Casa do Terror, aconselho muito a visitarem! Por fim, decidimos ir à Basílica de Santo Estevão e subir até lá cima para ver a vista! 

6ª feira de manha et voilá! Estava sol, toca a despachar rápido para ir para a rua. Como o dia anterior tinha sido um pouco desperdiçado este tínhamos que andar mega rápido para ir ver aquilo tudo que tínhamos planeado!

Começámos por apanhar o autocarro e ir para o lado mais distante da "cidade" o lado buda. Primeira paragem: Chain Bridge e depois disso quisemos subir ao buda castle de funicular. Um meio de transporte bem tradicional!

Lá em cima é super giro! Vimos a passagem de turno dos guardas do castelo. Tem uma vista que vale muito a pena! Depois fomos até ao Bastião dos Pescadores e à Igreja de S. Mathias e digo-vos uma coisa, não sou pessoa que goste de visitar igrejas e apreciar esse tipo de coisas e, para mim, esta igreja foi das mais bonitas que vi! Esta zona da cidade é muito bonita mesmo. 

Ficámos a manha toda pelo lado Buda e antes de almoço decidimos ir para o lado Peste. Para isso passámos a Chain Bridge a pé e pronto, já lá estávamos, super perto do Parlamento e dos sapatos de ferro junto ao Danúbio!

Os sapatos de ferro é uma coisa que não vos consigo explicar, faz-se um silêncio naquele local arrepiante. As pessoas olham para aquilo e cada uma faz o filme na sua cabeça sobre a crueldade que ali foi feita aos judeus. Para quem não sabe, os judeus eram todos atados uns aos outros e obrigados a tirar os sapatos junto ao rio. Depois o primeiro judeu da fila era empurrado e os outros caiam tipo dominó para o rio e assim se deu a morte de imensas pessoas.

O Parlamento fica em frente ao rio e é um edifício lindo demais, super imponente e impossível ficar indiferente. Infelizmente as visitas já estavam esgotadas, por isso observámos apenas por fora. Mais uma vez, aconselho à compra de bilhetes via online e com alguma antecedência.

De repente começamos a ouvir música e seguimos o som. Fomos parar uma feira tradicional muito gira com música rock ao vivo, barraquinhas e muita animação. Almoçámos por lá, comemos bem e barato!

Ao lado da feira o João reparou numa loja de Donuts super gira! E acreditem eu estava cheia do almoço mas quando olhei para aquela loja fez-se espaço neste estomâgo.

Depois disso, decidimos terminar o nosso dia no New York Café e não tenho palavras. É mesmo o café mais bonito do mundo, esqueçam. Os preços são elevados mas tínhamos que lá ir. Parece um café parisiense, tem música ambiente ao vivo mas é apenas instrumental, em violino ou piano. Estava a tocar a música do Titanic enquanto bebíamos a nossa bebida. Querem melhor? Só queria lá voltar! Pagamos cerca de 20€ por um latte e um chá.

Termina assim a nossa viagem por Budapeste, que super aconselho, apesar de Praga ter roubado o meu coração.


















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