PRAGUE TRAVEL DIARY - I

- País: República Checa
- Moeda: Coroa Checa (CZK)
- Língua: Checo
- Capital: Praga
- Fuso horário: GMT + 01:00

Fevereiro, 2018

Praga é majestosa, imponente, repleta de um misticismo brutal em cada esquina, uma arquitetura gótica deliciosa, um frio peculiar que torna tudo mais bonito, uma atmosfera estranha mas que sem ela a cidade não seria a mesma. Praga é bonita, é bonita de verdade e eu voltava lá! 

Por isso, vamos começar pelo início e preparem-se que isto é capaz de demorar!

Chegámos a Praga por volta das 18h de domingo e só tivemos tempo de apanhar um táxi, pousar as coisas no hotel e ir procurar um sítio pelas redondezas para jantar, estávamos famintos e não queríamos perder muito tempo, pois não nos queríamos deitar tarde para no dia a seguir nos levantar-mos o mais cedo possível e irmos explorar! 

Assim foi, ficámos hospedados no hotel Merkur, mais ou menos, a uns 12 minutos a andar a pé da praça da cidade velha, que é uma das atrações principais da cidade, por isso até acho que ficámos super bem situados perante o preço que pagámos e o hotel em si. O senhor da receção aconselhou-nos um restaurante italiano ali perto e aceitámos a dica. Malta, a cada esquina existem restaurantes italianos (que chatice, é só a minha cozinha preferida e comi umas quantas vezes ahah).

Dividimos Praga em 2 e decidimos explorar num dia a parte velha (Stare mesto) e no outro a parte nova (Nove mesto), se bem que no dia em que vimos a parte nova despachámos isso de manhã e voltámos à cidade velha que tem muito mais coisas.

Na manhã seguinte tomámos o pequeno almoço e seguimos caminho. Saímos do hotel e estava a nevar, nunca tinha visto neve e, por isso, fiquei super feliz.

Para irmos para a praça da cidade velha passamos pela Powder Tower, a única torre defensiva (de 13), nos dias de hoje, que fazia parte das muralhas que rodeavam a cidade velha e que se encontra de pé. Depois, chegando à praça, havia dezenas de pessoas, restaurante, músicos, barraquinhas de doces, e por aí fora. Na praça pudemos encontrar a Igreja Nossa Senhora de Tyn, o relógio astronómico, que com muita pena nossa estava em obras e não deu para ver nada e a rua Parizska, umas das ruas mais emblemáticas da cidade e a rua que alberga as lojas de alta costura como Prada, Louis Vuitton, Celine, Pinko, Gucci, etc. 

Bem, após 26534 fotografias tive que ir comprar um latte ao starbucks, vocês não estão a perceber o frio que estava. Os -3º graus equivaliam a uma sensação térmica de -9º.

Bem pertinho da praça temos a rua que liga à ponte Charles Bridge. 

Charles Bridge, com o seu estilo gótico, é a ponte mais velha da cidade de Praga e a segunda mais antiga da República Checa, a ponte é apenas pedonal e é decorada por estátuas ao longo da mesma. Atravessa o Rio Voltava e do outro lado pudemos encontrar o Castelo de Praga e o bairro Mala Strana onde se situa o mural da paz em homenagem ao John Lennon. 

Chegando ao outro lado era só casinhas super giras a vender um doce típico deles que se chama trdelnik e é só a melhor coisa da vida, para quem é guloso! Comi um por dia.

Visitámos a Igreja de S. Nicolau e subimos uns 250 degraus em circulo até chegar lá cima, foi doloroso mas valeu a pena, por momentos tive calor malta. Cheguei lá a cima e isso passou. A vista era brutal! Mas se visitarem a igreja de S.Vito dentro do castelo a vista vale bem mais a pena, por isso paguem apenas uma vez e não sejam parvos tipo nós que pagámos nos dois sítios! 

Após isso fomos até ao Castelo. Dentro da zona do castelo, parece tipo uma mini cidade e lá pudemos visitar a Catedral de S.Vito, a Golden Lane, uma rua cheia de casinhas minúsculas e todas coloridas, que antigamente serviam de alojamento aos guardas do palácio (não paguem para isto, visitem após as 16h que é grátis, é uma rua super pequena, ok é engraçada mas não é necessário pagarem malta!), e encontramos, também, a sede presidencial da República. 

Após visitar o Castelo fomos à procura do bairro Mala Strana e do mural do John Lennon. Almoçamos por lá, num sítio muito fancy mas que não aconselho. A comida não era grande coisa e era muito caro.

Regra geral, em Praga come-se barato!

Fez-se noite rápido e optámos por ir a uma Starbucks beber um chá para aquecer que na rua era impossível estar. Fizemos tempo para jantar e visitarmos uns bares que o João queria ir. Viajar para cidades novas e não visitar bares é o mesmo que não ir malta, esta é a minha vida de mulher de um barman.








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